Mês: outubro 2013

O que é “Halloween” e o que se celebra realmente nesta data?

Significado Origens Abóbora, guloseimas, disfarces… Festividade de todos os Santos Cultura e negócio do terror Pensando a partir da fé Sugestões para os pais de família Idéias criativas de como dar as crianças um ensino positivo nestas data Significado Halloween significa “All hallow’s eve”, palavra que provém do inglês antigo, e que significa “véspera de […]

Como era a Eucaristia no começo da Igreja?

Evidentemente os textos mais importante sobre a presença real do corpo e do sangue do Senhor Jesus no pão e no vinho consagrados, são os textos dos Evangelhos (Mt 26,28; Mt 14, 24; Jo 6, 22-71;Mc 14, 22-24; Lc 22,19s; 1 Cor 11,23-26). No ano 56 São Paulo deixava claro aos coríntios que quem participasse […]

Incorrupção dos Corpos

Transcrevemos a seguir um interessante artigo do padre Oscar González Quevedo (Fonte: Lista “Reflexões” – www.veritatis.com.br) sobre corpos de santos que não se corromperam após a morte. No livro do Eclesiastes, se lê esta frase: “Lembra-te que és pó. E ao pó retornarás”. Além de lembrar ao homem sua condição perecível e transitória, esta sentença recorda […]

O século da espiritualidade sem Deus

Os homens não têm procurado servir a Deus, mas à sua própria vontade “Antes morrer do que pecar” (São Domingos Sávio) O primeiro mandamento do Decálogo pede ao homem que ame a Deus sobre todas as coisas.“Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o […]

Fidelidade ao Amor – Homilia de Papa Francisco

Homilia do Papa Francisco - 31/10/2013
HOMILIA

Santa Missa celebrada pelo Papa Francisco na Basílica de São Pedro
Quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Rádio Vaticano em italiano
Tradução: Jéssica Marçal
Nestas leituras há duas coisas que nos atingem. Primeiro, a segurança de Paulo: “Ninguém pode afastar-me do amor de Cristo”. Mas tanto amava o Senhor, porque o tinha visto, havia encontrado-o, o Senhor havia mudado a sua vida. Tanto amava-O que dizia que nada poderia afastá-lo Dele. Propriamente este amor do Senhor era o centro, justamente o centro da vida de Paulo. Nas perseguições, nas doenças, nas traições, mas, tudo aquilo que ele viveu, todas as coisas que lhe aconteceram em sua vida, nada disso pôde afastá-lo do amor de Cristo. Era o centro da sua vida, a referência: o amor de Cristo. E sem o amor de Cristo, sem viver deste amor, reconhecê-lo, nutrir-nos deste amor, não se pode ser cristão: o cristão, aquele que se sente olhado pelo Senhor, com aquele olhar tão belo, amado pelo Senhor e amado até o fim. Sente… O cristão sente que a sua vida foi salva pelo sangue de Cristo. E isto faz o amor: esta relação de amor. Isto foi a primeira coisa que me tocou tanto.
A outra coisa que me atinge é esta tristeza de Jesus, quando olha Jerusalém. “Mas tu, Jerusalém, que não entendeu o amor”. Não entendeu a ternura de Deus, com aquela imagem tão bela, que diz Jesus. Não entender o amor de Deus: o contrário daquilo que sentia Paulo.
Mas, sim, Deus me ama, Deus nos ama, mas é algo abstrato, é algo que não me toca o coração e eu me arranjo na vida como posso. Não há fidelidade ali. E o choro do coração de Jesus para Jerusalém é este: ‘Jerusalém, tu não és fiel; tu não te deixaste amar; e tu te confiaste a tantos ídolos, que te prometiam tudo, te diziam dar-te tudo, depois te abandonaram’. O coração de Jesus, o sofrimento do amor de Jesus: um amor não aceito, não recebido.
Estes dois ícones hoje: o de Paulo, que permanece fiel até o fim ao amor de Jesus, de lá encontra a força para seguir adiante, para suportar tudo. Ele se sente frágil, sente-se pecador, mas tem a força naquele amor de Deus, naquele encontro que teve com Jesus Cristo. Por outro lado, a cidade e o povo infiel, não fiel, que não aceita o amor de Jesus, ou, pior ainda, né? Que vive este amor, mas pela metade: um pouco sim, um pouco não, segundo as próprias conveniências. Olhemos para Paulo, com a sua coragem que vem deste amor, e olhemos Jesus que chora sobre aquela cidade, que não é fiel. Olhemos para a fidelidade de Paulo e para a infidelidade de Jerusalém e ao centro olhemos para Jesus, o seu coração, que nos ama tanto. O que podemos fazer? A pergunta: eu me pareço mais com Paulo ou com Jerusalém? O meu amor a Deus é tão forte como o de Paulo ou o meu coração é como o de Jerusalém? O Senhor, por intercessão do Beato João Paulo II, ajude-nos a responder a esta pergunta. Assim seja!

Significado da festa de Halloween

O Halloween é uma festa muito comum nos EUA e Europa e é celebrada no dia 31 de Outubro. A comemoração veio dos antigos Celtas (povo que habitava a Grã-Bretanha a mais de 2000 anos atrás). 
Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, e queriam, entre outras coisas, se alimentar e assustar as pessoas.Com isso, os Celtas costumavam se vestir com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas. Com isso, a Igreja Católica transformou este ritual pagão, em uma festa religiosa. Ela passou a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado, deveria honrar os santos, daí veio o “All Hallows Day”: o Dia de Todos os Santos. Mas, a tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o Dia de Todos os Santos, eles celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “ All Hallows Evening”, abreviando-se, veio o Halloween.
Vemos assim que a tradição de comemorar as bruxas ou outros espíritos, não é cristã e deve ser evitada, ainda que tenha apenas uma conotação folclórica. Devemos, sim, celebrar  o dia de todos os Santos.  (*Revista Pergunte e Responderemos, n..464/2001, pág.47s)


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A Arquidiocese do México, em um artigo sobre a festa de Halloween no semanário “Desde la Fe”, disse que “se procuramos ser fiéis à nossa fé e aos valores do Evangelho, teríamos que concluir que a atual festa do Hallowen não só não tem nada a ver com a celebração que deu origem, mas também é nociva e contrária à fé e a vida cristã”. (acidigital.com – 29/10/2007). A Arquidiocese considera que o Halloween “rende honra a uma cultura da morte, que é produto da mescla de costumes pagãos” e o mais grave “é que a festividade foi se identificando com grupos neopagãos e celebrações satânicas e ocultistas”.

No texto intitulado “Perguntas frequentes sobre o Halloween”, o Arcebispado afirma que essa celebração dista muito do que devem celebrar os cristãos, por isso exortou aos fiéis a não celebrar o Halloween. Afirma ainda que em alguns países como México, Irlanda e Estados Unidos são realizadas, durante esta festa, missas negras, cultos esotéricos e outras reuniões relacionadas com o mal e o ocultismo”.

O artigo também questiona o costume, principalmente entre crianças, de disfarçarem-se de bruxas, vampiros, fantasmas e monstros, e convida os pais a, no dia 1º de novembro, disfarçarem seus filhos de personagens bíblicos ou alguma pessoa que “saibam que foi boa e que, portanto, certamente estará no céu”.

Fonte: http://clube.cancaonova.com/materia_.php?id=12631
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Como fazer a vontade de Deus?

Muitas pessoas nos perguntam: “O que é fazer a vontade de Deus?” ou ” Como fazer a vontade de Deus?”
Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino explicará um pouco daquilo que os santos e que a Igreja ensinam sobre este assunto.
Veja:
http://cleofas….

‘A comunhão dos Santos’ – Catequese Papa Francisco

Catequese do Papa Francisco - 30/10/2013CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje gostaria de falar de uma realidade muito bela da nossa fé, ou seja, da “comunhão dos santos”. O Catecismo da Igreja Católica nos recorda que com esta expressão se entendem duas realidades: a comunhão nas coisas santas e a comunhão entre as pessoas santas (n. 948). Concentro-me no segundo significado: trata-se de uma verdade entre as mais consoladoras da nossa fé, pois nos recorda que não estamos sozinhos, mas existe uma comunhão de vida entre todos aqueles que pertencem a Cristo. Uma comunhão que nasce da fé; de fato, o termo “santos” refere-se àqueles que acreditam no Senhor Jesus e estão incorporados a Ele na Igreja mediante o Batismo. Por isto, os primeiros cristãos eram chamados também “os santos” (cfr At 9,13.32.41; Rm 8,27; 1 Cor 6,1).
1. O Evangelho de João mostra que, antes da sua Paixão, Jesus rezou ao Pai pela comunhão entre os discípulos, com estas palavras: “Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste” (17, 21). A Igreja, em sua verdade mais profunda, é comunhão com Deus, familiaridade com Deus, comunhão de amor com Cristo e com o Pai no Espírito Santo, que se prolonga em uma comunhão fraterna. Esta relação entre Jesus e o Pai é a “matriz” do vínculo entre nós cristãos: se estamos intimamente inseridos nesta “matriz”, nesta fornalha ardente de amor que é a Trindade, então podemos nos tornar verdadeiramente um só coração e uma só alma entre nós, porque o amor de Deus queima os nossos egoísmos, os nossos preconceitos, as nossas divisões interiores e exteriores. O amor de Deus queima também os nossos pecados
2. Se há este enraizamento na fonte do Amor, que é Deus, então se verifica também o movimento recíproco: dos irmãos a Deus; a experiência da comunhão fraterna me conduz à comunhão com Deus.  Estar unidos entre nós nos leva a estar unidos com Deus, leva-nos a esta ligação com Deus que é o nosso Pai. Este é o segundo aspecto da comunhão dos santos que gostaria de destacar: a nossa fé precisa do apoio dos outros, especialmente nos momentos difíceis. Se nós estamos unidos a fé se torna forte. Quanto é belo apoiar-nos uns aos outros na aventura maravilhosa da fé! Digo isto porque a tendência a se fechar no privado influenciou também o âmbito religioso, de forma que muitas vezes é difícil pedir a ajuda espiritual de quantos partilham conosco a experiência cristã. Quem de todos nós não experimentou inseguranças, perdas e ainda dúvidas no caminho da fé? Todos experimentamos isto, também eu: faz parte do caminho da fé, faz parte da nossa vida. Tudo isso não deve nos surpreender, porque somos seres humanos, marcados por fragilidades e limites; todos somos frágeis, todos temos limites. Todavia, nestes momentos de dificuldade é necessário confiar na ajuda de Deus, mediante a oração filial e, ao mesmo tempo, é importante encontrar a coragem e a humildade de abrir-se aos outros, para pedir ajuda, para pedir para nos darem uma mão. Quantas vezes fizemos isto e então saímos do problema e encontramos Deus uma outra vez! Nesta comunhão – comunhão quer dizer comum-união – somos uma grande família, onde todos os componentes se ajudam e se apoiam entre eles.
3. E chegamos a outro aspecto: a comunhão dos santos vai além da vida terrena, vai além da morte e dura para sempre. Esta união entre nós vai além e continua na outra vida; é uma união espiritual que nasce do Batismo e não vem separada da morte, mas, graças a Cristo ressuscitado, é destinada a encontrar a sua plenitude na vida eterna. Há um vínculo profundo e indissolúvel entre quantos são ainda peregrinos neste mundo – entre nós – e aqueles que atravessaram o limiar da morte para entrar na eternidade. Todos os batizados aqui na terra, as almas do Purgatório e todos os beatos que estão já no Paraíso formam uma só grande família. Esta comunhão entre terra e céu se realiza especialmente na oração de intercessão.
Queridos amigos, temos esta beleza! É uma realidade nossa, de todos, que nos faz irmãos, que nos acompanha no caminho da vida e nos faz encontrar-nos de novo no céu. Sigamos por este caminho com confiança, com alegria. Um cristão deve ser alegre, com a alegria de ter tantos irmãos batizados que caminham com ele; apoiado pela ajuda dos irmãos e das irmãs que fazem esta estrada para ir para o céu; e também com a ajuda dos irmãos e das irmãs que estão no céu e rezam a Jesus por nós. Avante por este caminho com alegria!

A Resposta Católica: um pequeno manual para grandes questões

A resposta catolica livro

Há sete anos no ar, o apostolado padrepauloricardo.org já publicou centenas de vídeos, artigos e aulas expositivas sobre a doutrina cristã. Nestas aulas, o aluno é defrontado com a riqueza da fé, mesmo nos temas mais delicados. Não é do feitio do site publicar suas opiniões nem dar espaço ao “politicamente correto”. Todo o material procura traduzir o sentimento de união com a Igreja e com o Papa, no mais perfeito sentido da expressão “sentire cum ecclesiae”; um termo cunhado por Santo Inácio de Loyola, que significa “pensar com a Igreja”.

Em “A Resposta Católica – Um pequeno manual para grandes questões”, uma coletânea de diversos vídeos do site agora publicados em livro, o leitor é capaz de enxergar essa mesma clareza, com a qual Padre Paulo costuma se apresentar na internet. Numa época em que o sentido da fé cristã se encontra cercado “de uma névoa de incerteza mais pesada do que em qualquer outro momento da história”1, é preciso que alguém desafie a lógica moderna, colocando-se frente aos desafios do tempo, com a espada da Palavra de Deus. E assim como nos trabalhos do site, “A Resposta Católica” procura responder a essa mesma missão.

Focando nos temas mais caros à fé católica, o livro reúne 35 respostas, divididas nas seguintes seções: Doutrina, Família e Orientações Gerais. Como diz Professor Felipe Aquino, logo na apresentação do livro, “nesta ‘Resposta Católica’ você poderá conhecer esta verdade que salva, e que Cristo deixou no coração da Igreja para a sua salvação”.

“A Resposta Católica” é também um desafio à mentalidade secularista. Quando o mundo defende a “ditadura do relativismo”, faz parte do ser cristão estar sempre pronto “a dar a razão de vossa fé a todos aqueles que vos perguntar” (I Pe 3, 15). Não se trata de provocação, mas de um nobre convite àqueles que se encontram afastados de Deus. Um convite à abertura, tal qual pedia João Paulo II no início de seu pontificado: “Não tenhais medo, abram, ou melhor, escancarem as portas para Cristo”.

Enfim, em “A Resposta Católica”, o mais novo lançamento de Padre Paulo Ricardo – em parceria com as editoras Cléofas e Ecclesiae -, o leitor não terá somente uma leitura, mas uma aula de catequese.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referência

  1. RATZINGER, Joseph. Introdução ao Cristianismo.

A Resposta Católica: um pequeno manual para grandes questões

A resposta catolica livro

Há sete anos no ar, o apostolado padrepauloricardo.org já publicou centenas de vídeos, artigos e aulas expositivas sobre a doutrina cristã. Nestas aulas, o aluno é defrontado com a riqueza da fé, mesmo nos temas mais delicados. Não é do feitio do site publicar suas opiniões nem dar espaço ao “politicamente correto”. Todo o material procura traduzir o sentimento de união com a Igreja e com o Papa, no mais perfeito sentido da expressão “sentire cum ecclesiae”; um termo cunhado por Santo Inácio de Loyola, que significa “pensar com a Igreja”.

Em “A Resposta Católica – Um pequeno manual para grandes questões”, uma coletânea de diversos vídeos do site agora publicados em livro, o leitor é capaz de enxergar essa mesma clareza, com a qual Padre Paulo costuma se apresentar na internet. Numa época em que o sentido da fé cristã se encontra cercado “de uma névoa de incerteza mais pesada do que em qualquer outro momento da história”1, é preciso que alguém desafie a lógica moderna, colocando-se frente aos desafios do tempo, com a espada da Palavra de Deus. E assim como nos trabalhos do site, “A Resposta Católica” procura responder a essa mesma missão.

Focando nos temas mais caros à fé católica, o livro reúne 35 respostas, divididas nas seguintes seções: Doutrina, Família e Orientações Gerais. Como diz Professor Felipe Aquino, logo na apresentação do livro, “nesta ‘Resposta Católica’ você poderá conhecer esta verdade que salva, e que Cristo deixou no coração da Igreja para a sua salvação”.

“A Resposta Católica” é também um desafio à mentalidade secularista. Quando o mundo defende a “ditadura do relativismo”, faz parte do ser cristão estar sempre pronto “a dar a razão de vossa fé a todos aqueles que vos perguntar” (I Pe 3, 15). Não se trata de provocação, mas de um nobre convite àqueles que se encontram afastados de Deus. Um convite à abertura, tal qual pedia João Paulo II no início de seu pontificado: “Não tenhais medo, abram, ou melhor, escancarem as portas para Cristo”.

Enfim, em “A Resposta Católica”, o mais novo lançamento de Padre Paulo Ricardo – em parceria com as editoras Cléofas e Ecclesiae -, o leitor não terá somente uma leitura, mas uma aula de catequese.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referência

  1. RATZINGER, Joseph. Introdução ao Cristianismo.