Mês: julho 2013

Papa Francisco: A austeridade é necessária para todos os que trabalhamos na Igreja

VATICANO, 31 Jul. 13 / 02:17 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco improvisou uma roda de imprensa durante seu voo de volta à Santa Sé em que reiterou que seus motivos para morar na Casa Santa Marta são o contato e a proximidade com as pessoas e afirmou que a austeridade é algo que devem […]

Saudades Papa Francisco!

“Gostaria que a minha passagem pelo Rio renovasse a fé de todos em Cristo e na Igreja.” (Papa Francisco) Meus Deus! O que escrever? O que meditar mediante tantas coisas que ouvimos nestes dias com a visita do Papa Francisco ao Brasil, nesta Jornada Mundial da Juventude?! Estou ainda tentando ruminar algumas coisas dentro do […]

Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica

Dando continuidade ao nosso estudo baseado na Cartilha de Bioética, distribuída aos peregrinos da JMJ – Rio de Janeiro 2013, quero repassar alguns dos questionamentos que normalmente são levantados sobre embriões e fetos. As respostas também aparecem na cartilha, porém elas vem com um “plus” bem característico do blog Dominus Vobiscum… 1. O embrião não […]

A jornada após a Jornada: o que nos restou da fé?

Soldados-de-cristo

Com o fim da Jornada, uma outra começa. Os nossos jovens estão verdadeiramente dispostos a testemunhar a sua fé ou tudo foi apenas “fogo de palha”?

A Jornada Mundial da Juventude terminou com uma missão aos jovens: “Ide e fazei discípulos entre as nações!” (Mt 28, 19). Esta missão, que também foi o lema da Jornada, está contida na própria essência da fé da Igreja. Quem descobre Cristo e a grandeza de seu amor não pode ficar indiferente ou esconder esta dádiva. Faz como aquele homem que achou um tesouro escondido no campo: “cheio de alegria”, ele “vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo” (Mt 13, 44). Em sua encíclica Lumen Fidei, o Papa Francisco escreveu que “quem se abriu ao amor de Deus, acolheu a sua voz e recebeu a sua luz não pode guardar esse dom para si mesmo”.

Foi muito bom ver mais de 3 milhões de jovens reunidos em Copacabana. Era praticamente impossível não encher os olhos diante de um testemunho tão belo da vivacidade da Igreja. No entanto, como já dito, a peregrinação ao Rio é só o começo. Se os mesmos jovens que gritavam ser a juventude do Papa não fizerem um encontro real com nosso Senhor Jesus Cristo e não lutarem para manter acesa em seus corações a luz da fé, por meio da oração, dos Sacramentos e do estudo, então, toda esta bela festa terá sido em vão.

Na mesma semana da Jornada, por exemplo, a mídia fez alarde com uma pesquisa que demonstrava que, supostamente, os jovens “católicos” teriam visões opostas às da Igreja em temas cruciais, como a contracepção ou o “casamento” gay01. Pondo de lado a confiabilidade desta pesquisa – encomendada por um grupo abortista –, não é preciso procurar muito para ver que, infelizmente, muitos de nossos católicos não assumem para si os ensinamentos de sua Igreja. De fato, ainda não entenderam que certos temas, especialmente no campo moral, não são opináveis, mas, por fazerem parte do patrimônio de nossa fé ou – para utilizar uma expressão da Lumen Fidei – do “corpo da verdade”, são irrenunciáveis. “Precisamente porque todos os artigos de fé estão unitariamente ligados, ensina o Papa Francisco, negar um deles – mesmo dos que possam parecer menos importantes – equivale a danificar o todo”.

Daqui surge a importância, especialmente em nossos tempos, do estudo. Afinal, como podemos amar aquilo que não conhecemos? Bento XVI, ao pedir aos jovens que lessem e estudassem o Catecismo, alertou:

“Tendes de conhecer a vossa fé como um especialista em informática domina o sistema operacional de um computador. Tendes de compreendê-la como um bom músico entende uma partitura. Sim, tendes de estar enraizados na fé ainda mais profundamente que a geração dos vossos pais, para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo com força e determinação”.

A Jornada foi um grande êxito, mas toda aquela multidão que seguia o Papa está realmente disposta a assumir a missão dada por Cristo de ir ao mundo e anunciar o Evangelho a toda criatura? Todas essas pessoas estão realmente dispostas a remar contra a maré e dizer “não” ao pecado e ao mundo? Ou tudo foi só oba-oba, para encenar uma grande coreografia?

Não podemos simplesmente enfiar a cabeça na areia e fingir que está tudo bem… 3,5 milhões de jovens na praia de Copacabana não dizem nada, se esses jovens não estiverem “enraizados em Cristo e firmes na fé”, como dizia o tema da Jornada de Madri. O Reino de Deus começa como um grão de mostarda, não como uma árvore frondosa.

Se quisermos verdadeiramente nos salvar e ajudar nosso Senhor a salvar almas, precisamos entender que toda conversão passa pelo caminho da Cruz. Foi a mensagem de Bento XVI aos jovens em Madri: “Fora de Cristo morto e ressuscitado, não há salvação! Só Ele pode libertar o mundo do mal e fazer crescer o Reino de justiça, de paz e de amor pelo qual todos aspiram”; foi a mensagem de Francisco aos jovens no Rio: “A Cruz continua a escandalizar; mas é o único caminho seguro: o da Cruz, o de Jesus, o da Encarnação de Jesus.”; e é a mensagem perene da Igreja para todos os homens. Não deixemos que a graça divina emanada do sucessor de São Pedro passe por nós sem fruto.

O mundo que aguarda o retorno desses jovens que foram à Jornada não é amigável, muito menos cordial. Pelo contrário, como o lobo que espreita o rebanho de ovelhas, também eles – os inimigos da Cruz – farão qualquer coisa para dissipar a fé e desencorajar a missionaridade cristã, seja com heresias, seja com perseguições. Assim, cabe ao jovem, seguindo os passos do Opúsculo de Hugo de São Vitor sobre o estudo, ser “defensor da reta fé, debelador do erro, e ensinar o bem”. E isso requer uma grande humildade, uma entrega total a Deus e à sua vontade, uma vez que, como ensinava Pio XII, “o preceito da hora presente não é lamento, mas ação (…). Pertence aos membros melhores e mais escolhidos da cristandade, penetrados por um entusiasmo de cruzados, reunirem-se em espírito de verdade, de justiça e de amor, ao grito de “Deus o quer”, prontos a servir, a sacrificar-se, como os antigos cruzados”. Não, jovens, não tenhais medo de abrir as portas para o Senhor. Soldados de Cristo, levantai-vos!

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Jovens católicos têm visões opostas às da Igreja, diz Ibope

A Odisséia da vida

Existem imagens que falam mais ao que coração do que uma série de palavras. Este vídeo é uma continuação do texto A história de um pequeno ser humano… Veja também:: A história de um pequeno ser humano… Até a próxima! Dominus Vobiscum

Como os avançados na vida espiritual podem aumentar a fé?

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Como aumentar a fé daqueles que estão mais avançados na vida espiritual? Diferentemente daqueles chamados “iniciantes”, os quais devem agir de diversas formas para ver crescer a própria fé, os mais avançados devem cuidar de apenas uma realidade: aumentar o “espírito de fé”.

Não se trata, evidentemente, de algo menor ou sem importância, pelo contrário, mas algo que exige prática constante. O que vem a ser, então, o “espírito de fé”? Trata-se de enxergar todas as coisas a partir do olhar de Deus. Como isso se dá?

Em primeiro lugar, a pessoa não pode se deixar levar pelos altos e baixos da vida espiritual. Eles consistem em estar bem quando se recebe consolações de Deus ou mal quando se está num período de aridez. Não. Olhar para Deus com espírito de fé significa saber que Ele é misericordioso e que, mesmo na provação, na aridez, está sempre presente.

Olhar com espírito de fé a si mesmo também é importante. As oscilações mencionadas acima podem produzir no indivíduo alguns estados de espírito. Quando recebe consolações divinas, se não olhar para si mesmo com espírito de fé, poderá ser assaltado pela soberba, pelo orgulho, convencendo-se de que é melhor que os outros por receber as benesses divinas. Ao mesmo tempo, quando se está em momentos de pecados, grandes defeitos espirituais e morais, a tendência humana é a depressão, o desprezo, a auto-condenação. Olhar para si mesmo com o espírito de fé é não ser tão suscetível aos altos e baixos e agarrar-se à duas verdades a respeito de si mesmo: miséria e misericórdia.

Olhar com espírito de fé para os acontecimentos do dia a dia significa lembrar-se sempre das bem-aventuranças. Traduz-se em olhar para as outras pessoas não sob o prisma das próprias preferências pessoais, mas como almas imortais, que devem ser salvas, embora estejam – talvez – num estado de perdição, de depravação.

Deste modo, para aqueles que já passaram pelo estágio inicial da fé avançarem no caminho espiritual é preciso olhar para tudo e para todos sub specie aeternitatis, ou seja debaixo do olhar da eternidade. Esse comportamento será para todos fonte de grande consolação, pois as circunstâncias estarão invertidas, as verdadeiras perdas serão as espirituais e não as materiais que se tornarão irrelevantes diante do drama imenso de não se poder, um dia, contemplar Deus face a face.

A história de um pequeno ser humano…

Na JMJ 2013 no Rio Janeiro, um pequeno gesto me chamou a atenção… Cada jovem ao receber o seu kit de peregrino, recebeu também um rico e valioso presente: Uma belíssima cartilha elaborada pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF, chamada “Chaves para a bioética”. Este “livreto” foi elaborado em parceria com a Fontadion […]

Os números impressionantes da JMJ 2013

Dom Orani Tempesta divulgou para a imprensa os números da Jornada Mundial da Juventude. Como os inimigos da Igreja sempre usam números para criticar nossa fé, usemos da mesma medida para com eles: 3,7 milhões de pessoas na missa de envio. 3,5 milhões de pessoas na vigília. 600 mil pessoas presentes na missa de abertura […]

A Jornada Mundial da Juventude que a mídia não mostrou

Os dias em que Deus confirmou sua existência para 3,5 milhões de jovens do mundo inteiro Quem não pôde participar da Jornada Mundial da Juventude e teve de se contentar com as análises da mídia perdeu aspectos fundamentais desse evento que movimentou o país. É bem verdade que as lentes das câmeras conseguiram alcançar pontos […]